6D: nada que celebrar. Pola República Galega!

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1 Response

  1. LuísFoz di:

    No dia da Constituição de 78, que não nos representa, apelamos à esperança: Galiza não está condenada a seguir submetida nem as suas maiorias sociais a sofrer as políticas ultra-liberais da cleptocracia.
    A coincidência temporal entre crise financeira e económica, provocada pela ofensiva neoliberal contra o estado social e os direitos cívicos, coa crise do denominado regime do 78 ou da segunda restauração assim como a mais absoluta, e interessada, ineficiência do governo galego, caraterizam estes anos do que demos em denominar “fim de ciclo” e nos que se tem conformado um dobre espaço de ruptura com dous vectores inseparáveis: o social e o nacional.
    Assim, para Cerna, a conquista da soberania política de Galiza, incluindo a “soberania alimentar”, a “soberania energética” e a “soberania cultural”, é imprescindível para as maiorias sociais e deve ser exercida em um quadro jurídico-político que garanta o exercício real da “soberania popular”. Esta luta é a nossa contribuição à luta mundial por um cambio global de sistema em favor da maioria social.
    Logo da reação do regime do 78 contra o exercício de liberdade do povo catalão, procede já a abertura de processos constituintes para submeter a consideração das cidadonias das nações do estado, nomeadamente à galega, uma constituição de corte confederal e na que se propugne a fórmula republicana como única aceitável

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